Circuito Chico em Bariloche na região de Llao Llao com lago e montanhas

Circuito Chico em Bariloche: 11 paradas e dicas para fazer o passeio

Roteiros de Viagem

Circuito Chico em Bariloche é um dos melhores passeios para quem quer entender por que essa região da Patagônia argentina impressiona tanto. Em aproximadamente 60 quilômetros, o percurso reúne Lago Nahuel Huapi, bosques, praias, mirantes, Cerro Campanario, Llao Llao, Bahía López, Lago Moreno e vários lugares onde a vontade é simplesmente parar o carro e ficar olhando a paisagem.

É também um daqueles passeios que funcionam muito bem em uma primeira viagem.

Você não precisa esquiar, fazer uma trilha difícil ou passar horas dentro de uma van para chegar à principal atração. Na verdade, o próprio caminho é a atração.

O Circuito Chico em Bariloche pode ser feito com excursão, carro alugado e, para viajantes mais ativos, até de bicicleta. A melhor escolha depende do seu ritmo e de quanto tempo você pretende dedicar às paradas.

E essa decisão muda bastante a experiência.

Uma excursão tradicional pode completar o roteiro em algumas horas. De carro, você pode transformar o mesmo percurso em um passeio de dia inteiro, incluindo pequenas caminhadas, almoço, praias e mirantes.

Neste guia, vamos organizar o trajeto, mostrar as principais paradas e explicar como fazer o Circuito Chico sem cair no erro de simplesmente correr de ponto turístico em ponto turístico.

O que é o Circuito Chico?

O Circuito Chico em Bariloche é o passeio rodoviário mais tradicional da cidade.

O percurso começa na região central e segue principalmente pela Avenida Exequiel Bustillo, acompanhando inicialmente a margem sul do Lago Nahuel Huapi.

A partir daí, o caminho entra na região de Llao Llao e passa por diferentes lagos, penínsulas, bosques e mirantes antes de retornar em direção ao centro.

Segundo o Turismo Oficial de Bariloche, são aproximadamente 60 quilômetros.

A estrada é asfaltada, o que torna o circuito relativamente simples para quem pretende dirigir.

Mas não pense nele apenas como uma estrada panorâmica.

O percurso funciona quase como uma introdução geográfica a Bariloche.

Você começa vendo o enorme Nahuel Huapi.

Depois encontra penínsulas e bosques.

Entra na região de Llao Llao.

Passa próximo de trilhas e praias.

Cruza áreas entre lagos.

E termina entendendo muito melhor como as principais paisagens da cidade estão conectadas.

Circuito Chico em Bariloche vale a pena?

Para uma primeira viagem, eu colocaria entre as prioridades.

Principalmente se você gosta de paisagens e prefere passeios em que existem várias experiências durante o caminho.

Não há apenas uma atração final.

O Circuito Chico em Bariloche funciona justamente porque você vai construindo o passeio aos poucos.

Um mirante.

Depois um bosque.

Uma praia.

Outro lago.

Uma caminhada curta.

Cerro Campanario.

Uma parada para comer.

Outro mirante.

Essa variedade também torna o circuito interessante em diferentes épocas do ano.

No inverno, montanhas nevadas podem transformar o cenário.

No verão, praias, trilhas e vegetação ganham mais protagonismo.

No outono, a mudança de cores cria outra atmosfera.

Na primavera, você encontra uma paisagem em transição.

Ou seja: não é um passeio exclusivo da temporada de neve.

1. Avenida Bustillo e Lago Nahuel Huapi

O passeio começa antes mesmo das grandes paradas.

Saindo do centro, você segue pela Avenida Bustillo acompanhando o Lago Nahuel Huapi.

Não tenha pressa.

Esse primeiro trecho já ajuda a criar o clima do Circuito Chico em Bariloche.

O Nahuel Huapi é enorme e aparece em diferentes perspectivas conforme a estrada avança.

Em determinados pontos, você verá praias, bairros residenciais e acessos a outras atrações.

Se estiver fazendo o passeio por conta própria, tenha cuidado para não parar em qualquer lugar apenas porque encontrou uma vista bonita.

Use áreas adequadas e estacionamentos permitidos.

O trânsito continua funcionando normalmente.

Fotografia nenhuma justifica parar de maneira perigosa no acostamento.

2. Cerro Campanario

Uma das grandes atrações do percurso aparece aproximadamente 17 quilômetros depois do centro.

O Cerro Campanario merece uma parada própria.

Para planejar essa parada com mais detalhes, veja também nosso guia completo sobre Cerro Campanario em Bariloche.

É possível subir de aerosilla ou caminhando por uma trilha através do bosque.

No alto, existem diferentes mirantes com vistas para lagos, ilhas, penínsulas e montanhas.

É um daqueles lugares em que a geografia de Bariloche começa a ficar mais clara.

Você consegue observar o Nahuel Huapi, Lago Moreno, Península San Pedro, Isla Victoria e vários cerros.

A visita encaixa tão naturalmente no Circuito Chico em Bariloche que eu evitaria, sempre que possível, fazer dois deslocamentos separados para a mesma região.

Se você pretende conhecer o Campanario com mais detalhes, reserve tempo.

Não suba apenas para tirar uma fotografia e voltar.

A experiência fica muito melhor quando você caminha pelos mirantes e observa a paisagem com calma.

3. Península San Pedro

Continuando pela região, aparece a Península San Pedro.

Ela avança sobre o Lago Nahuel Huapi e ajuda a formar algumas das paisagens mais interessantes desse trecho.

O Turismo Oficial de Bariloche indica a região do Club Regatas, por volta do km 20, como referência para a península e Puerto Bueno.

Para quem está fazendo o circuito de carro, vale observar as possibilidades de parada e mirantes disponíveis.

Não é necessário transformar cada lugar mencionado no roteiro em uma longa visita.

Alguns pontos funcionam melhor como pequenas pausas.

Esse é um dos segredos para aproveitar o circuito:

entender quais atrações merecem mais tempo e quais podem ser apreciadas rapidamente.

4. Villa Llao Llao

Por volta do km 23 você entra em uma das regiões mais conhecidas de Bariloche.

Villa Llao Llao reúne alguns símbolos da cidade e está cercada por uma paisagem espetacular.

Aqui, o Circuito Chico em Bariloche deixa ainda mais evidente a combinação entre arquitetura e natureza que caracteriza a região.

Você encontra o famoso hotel Llao Llao, a Capela San Eduardo, Puerto Pañuelo e acessos ao Parque Municipal Llao Llao.

Não é necessário entrar no hotel para apreciar a região.

Existem diferentes pontos de onde você consegue observar a construção integrada às montanhas e ao bosque.

O importante é não confundir Villa Llao Llao com uma única atração.

É uma área que concentra diferentes lugares interessantes.

5. Capela San Eduardo

A Capela San Eduardo é uma parada pequena, mas bastante charmosa.

Sua arquitetura se integra ao cenário de bosque e montanha.

Ela não exige horas de visita.

É justamente o tipo de atração que funciona bem dentro do circuito porque acrescenta variedade sem consumir uma parte enorme do dia.

Se estiver aberta e a visita for permitida, respeite o caráter religioso do local.

Mesmo que você esteja ali apenas por interesse turístico ou arquitetônico, lembre que continua sendo uma capela.

Também aproveite para observar o entorno.

A paisagem dessa região merece tanta atenção quanto a construção.

6. Puerto Pañuelo

Muito próximo dali fica Puerto Pañuelo.

Circuito Chico em Bariloche em Puerto Pañuelo com cais e embarcações

O porto é importante porque funciona como ponto de partida de algumas das navegações mais famosas de Bariloche, incluindo passeios em direção à Isla Victoria, Bosque de Arrayanes e Puerto Blest.

Se você estiver apenas fazendo o Circuito Chico em Bariloche, não precisa necessariamente embarcar.

Mas conhecer a região ajuda a entender como os passeios lacustres se conectam ao restante do destino.

É também uma informação útil para organizar outros dias.

Se pretende fazer uma navegação durante a viagem, você já saberá onde fica o porto e quanto tempo aproximadamente leva para chegar desde sua hospedagem.

Evite, porém, tentar combinar tudo no mesmo dia.

Circuito Chico mais uma navegação longa pode transformar um passeio agradável em uma corrida contra o relógio.

7. Parque Municipal Llao Llao

Quem gosta de natureza deve prestar atenção nessa parte.

O Parque Municipal Llao Llao possui trilhas que atravessam os bosques e permitem conhecer a região em outro ritmo.

Aqui aparece uma decisão importante.

Se você estiver em excursão, provavelmente terá um cronograma mais limitado.

Se estiver de carro e reservou o dia inteiro, pode incluir alguma caminhada compatível com seu tempo e preparo.

Essa é uma das grandes vantagens de fazer o Circuito Chico em Bariloche por conta própria.

Você consegue transformar um passeio principalmente rodoviário em uma experiência que mistura estrada e caminhada.

Antes de entrar em qualquer trilha, confira condições, dificuldade e tempo necessário.

No inverno ou após períodos de chuva, o terreno pode exigir atenção adicional.

8. Villa Tacul

Villa Tacul fica na Península Llao Llao e oferece uma experiência diferente dos grandes mirantes.

A região possui praia e bosque, criando um ambiente excelente para quem está fazendo o circuito sem pressa.

No verão, essa parada pode ganhar ainda mais importância.

Você pode querer permanecer algum tempo perto da água, fazer um lanche ou simplesmente descansar.

No inverno, a experiência naturalmente muda.

Não espere encontrar o mesmo tipo de uso da praia.

Ainda assim, a paisagem continua interessante.

É justamente por isso que um bom roteiro precisa considerar a estação.

O mesmo lugar pode cumprir funções completamente diferentes dependendo do mês da viagem.

9. Lago Escondido

Seguindo pela península, o circuito passa pela região do Lago Escondido.

Depois das grandes paisagens abertas do Nahuel Huapi, encontrar um lago menor cercado pelo bosque cria um contraste interessante.

Essa mudança de escala é uma das coisas que tornam o Circuito Chico em Bariloche tão agradável.

Você não passa o dia vendo exatamente o mesmo cenário.

Em alguns momentos a paisagem é enorme e aberta.

Em outros, o bosque domina.

Depois aparece uma praia.

Logo em seguida, outra montanha.

O Lago Escondido funciona bem dentro dessa sequência.

Se fizer alguma caminhada na região, permaneça nas trilhas permitidas e respeite as orientações locais.

10. Bahía López

Depois de sair da península, o percurso cruza o Arroyo Angostura e permite seguir em direção à Bahía López.

Essa é outra parada que eu tentaria incluir.

A paisagem combina água, bosque e as paredes rochosas dos cerros López e Capilla.

É diferente da vista do Campanario.

E isso importa.

Um bom roteiro pelo Circuito Chico em Bariloche não deve ser apenas uma coleção de mirantes parecidos.

A graça está justamente em perceber como o ambiente muda ao longo de poucos quilômetros.

Dependendo da estação e das condições, Bahía López pode ser um ótimo lugar para uma pausa.

Se estiver dirigindo, verifique onde é permitido estacionar e não bloqueie acessos.

11. Punto Panorámico e Lago Moreno

Uma das paradas clássicas aparece na região do km 40.

O Punto Panorámico fica a aproximadamente 945 metros acima do nível do mar e oferece vista para o Lago Moreno e a Península Llao Llao.

É uma excelente maneira de observar de cima parte do caminho que você acabou de percorrer.

O Lago Moreno possui uma aparência diferente do Nahuel Huapi e ajuda a criar uma das imagens mais conhecidas do circuito.

Pouco depois, por volta do km 42, a estrada passa pela ponte que conecta os setores leste e oeste do lago.

Nessa região também existe a possibilidade de desvio para Colonia Suiza.

Se você tiver tempo e interesse, pode acrescentar essa extensão.

Mas não coloque Colonia Suiza automaticamente no roteiro apenas porque está próxima.

Veja primeiro o que pretende fazer lá e se a visita combina com o dia da semana e seu planejamento.

Quanto tempo leva o Circuito Chico?

Essa resposta depende muito de como você faz o passeio.

O Turismo Oficial de Bariloche estima entre 3 horas e meia e 4 horas quando o circuito é realizado em excursão contratada.

Por conta própria, pode durar o dia inteiro.

E as duas informações fazem sentido.

Em uma excursão, o grupo segue um cronograma.

As paradas têm duração determinada.

Você visita os principais pontos e continua.

De carro, tudo muda.

Você pode passar mais tempo no Cerro Campanario.

Fazer uma caminhada.

Parar para almoçar.

Conhecer uma praia.

Tomar um café.

Esperar a luz melhorar em um mirante.

Por isso, se você estiver com veículo próprio e gosta de viajar devagar, eu reservaria praticamente um dia para o Circuito Chico em Bariloche.

Não porque dirigir 60 quilômetros leve um dia.

Mas porque dirigir é a parte menos importante.

Circuito Chico com excursão vale a pena?

Vale para determinados perfis.

Se esta é sua primeira viagem internacional, você não quer dirigir ou prefere simplesmente embarcar e deixar a logística nas mãos de outra pessoa, a excursão é prática.

Outra vantagem é contar com explicações durante o caminho.

Um bom guia ajuda a transformar lugares bonitos em lugares com contexto.

Você entende melhor a região, sua história e determinadas características da paisagem.

Por outro lado, existe menos liberdade.

Gostou de uma parada?

O grupo precisa continuar.

Quer fazer uma caminhada mais longa?

Provavelmente não haverá tempo.

Quer almoçar tranquilamente?

Depende do roteiro contratado.

Antes de reservar, pergunte exatamente quais paradas estão incluídas, quanto tempo dura o passeio e se a subida do Cerro Campanario está incluída no preço.

Circuito Chico por conta própria vale a pena?

Para quem se sente confortável dirigindo, é a opção que eu escolheria.

O Circuito Chico em Bariloche é especialmente adequado para um passeio independente porque a rota principal é asfaltada e as atrações estão distribuídas ao longo do caminho.

A autonomia muda a experiência.

Você decide onde parar.

Quanto tempo ficar.

Onde comer.

Se quer caminhar.

Se prefere praia.

E pode adaptar o dia ao clima.

A desvantagem é assumir toda a logística.

Você precisa prestar atenção à estrada, estacionamento, condições meteorológicas e navegação.

No inverno, isso merece atenção ainda maior.

Consulte as condições das vias antes de sair e siga todas as exigências locais para condução em situações de neve ou gelo.

Dá para fazer o Circuito Chico de bicicleta?

Sim, mas não trate os 60 quilômetros como um passeio casual apenas porque você sabe andar de bicicleta.

Circuito Chico em Bariloche de bicicleta em estrada cercada pelo bosque

Existem subidas, descidas, trânsito e variações climáticas.

O esforço também depende muito do seu condicionamento.

Para ciclistas acostumados a percursos longos, pode ser uma experiência fantástica.

Você sente a paisagem de outra maneira e consegue fazer paradas frequentes.

Para alguém sedentário que decidiu alugar uma bicicleta apenas porque parece divertido, a experiência pode se transformar em sofrimento.

Avalie:

condicionamento;

clima;

equipamento;

distância;

horas de luz;

e capacidade de lidar com o trânsito.

Use equipamentos de segurança adequados e planeje água e alimentação.

Qual é a melhor época para fazer o Circuito Chico?

O circuito pode ser realizado durante todo o ano.

Mas a experiência muda bastante.

Circuito Chico no inverno

No inverno, você pode encontrar montanhas nevadas e aquele cenário clássico associado a Bariloche.

É uma época visualmente espetacular.

Por outro lado, frio, neve e gelo podem interferir na estrada e em determinadas atividades.

Quem está de carro precisa acompanhar as condições locais.

Não improvise quando houver exigências de equipamentos ou recomendações relacionadas ao clima.

Circuito Chico no verão

O verão permite aproveitar melhor praias, trilhas e atividades ao ar livre.

Os dias mais longos também são excelentes para quem quer fazer o circuito inteiro sem pressa.

Você pode parar em Villa Tacul, caminhar pelo Parque Llao Llao e ainda ter bastante tempo para os mirantes.

Circuito Chico no outono

O outono muda as cores da paisagem.

Vegetação em tons amarelos, dourados e avermelhados pode deixar determinados trechos especialmente bonitos.

Também é uma época interessante para quem prefere temperaturas mais amenas do que no inverno.

Circuito Chico na primavera

A primavera traz outra fase de transição.

A vegetação começa a mudar enquanto montanhas mais altas ainda podem manter neve.

Como sempre na Patagônia, esteja preparado para variações de temperatura.

Qual é o melhor horário para sair?

Se você estiver de excursão, o horário já estará praticamente definido.

Por conta própria, eu começaria pela manhã.

Isso deixa margem para improvisar.

Gostou de uma trilha?

Você tem tempo.

Encontrou um restaurante interessante?

Pode almoçar sem olhar para o relógio.

O céu abriu no Campanario?

Pode ficar mais.

Começar cedo também evita a sensação de que você precisa correr para completar o Circuito Chico em Bariloche antes de escurecer.

No inverno, as horas de luz merecem atenção especial.

Consulte o horário do pôr do sol para a época da viagem e monte o percurso com folga.

É melhor fazer o circuito em qual sentido?

Essa é uma daquelas questões que podem gerar discussões enormes para uma diferença relativamente pequena.

O importante é organizar as paradas de maneira lógica.

O circuito tradicional sai do centro pela Avenida Bustillo, passa pela região de Llao Llao e continua pelo restante do percurso.

Se estiver por conta própria, você possui liberdade para adaptar a ordem.

Eu daria mais atenção ao clima do que a uma regra fixa de sentido.

Se o Cerro Campanario estiver aberto e o céu estiver excelente pela manhã, por exemplo, talvez faça sentido priorizá-lo.

Na Patagônia, uma janela de boa visibilidade pode valer mais do que seguir uma ordem perfeita no papel.

Onde comer durante o Circuito Chico?

Existem restaurantes, casas de chá, cervejarias e outros estabelecimentos ao longo da região.

Circuito Chico em Bariloche com parada para café e gastronomia durante o passeio

Isso permite transformar o almoço em parte da experiência.

Mas evite montar o dia dependendo exclusivamente de um restaurante específico sem confirmar funcionamento.

Horários e dias de abertura podem variar.

Se você estiver viajando em alta temporada ou quiser muito conhecer determinado estabelecimento, pode valer a pena verificar a necessidade de reserva.

Outra alternativa é levar um lanche.

Isso é especialmente útil se você pretende fazer trilhas ou permanecer mais tempo em alguma área natural.

Só existe uma regra que deveria ser óbvia:

leve todo o lixo embora.

O que levar no passeio?

Mesmo sendo um passeio rodoviário relativamente fácil, alguns itens deixam o dia mais confortável.

Leve:

  • água;
  • protetor solar;
  • óculos de sol;
  • roupas em camadas;
  • casaco adequado à estação;
  • calçado confortável;
  • celular ou câmera carregados;
  • bateria externa, se precisar;
  • documentos;
  • dinheiro e meios de pagamento;
  • pequeno lanche, especialmente se pretende caminhar.

No inverno, a lista muda conforme as condições.

No verão, não subestime o sol.

E durante qualquer época do ano, lembre que o clima de montanha pode mudar rapidamente.

Quanto custa fazer o Circuito Chico?

O custo depende completamente do formato escolhido.

Com excursão, você paga pelo serviço da agência e precisa conferir o que está incluído.

Com carro alugado, entram combustível, aluguel e eventuais gastos de estacionamento ou atrações.

De bicicleta, existe o custo do aluguel e equipamentos, caso você não esteja com os seus.

Além disso, algumas atrações ao longo do percurso são pagas.

A subida de aerosilla do Cerro Campanario, por exemplo, não deve ser considerada automaticamente incluída em qualquer excursão.

Não vou colocar valores fixos aqui porque preços podem mudar.

Para orçamento, consulte os valores próximos da data da viagem.

Circuito Chico em Bariloche com crianças

O Circuito Chico em Bariloche pode funcionar muito bem para famílias porque permite adaptar o ritmo.

Você não precisa completar grandes trilhas.

Pode escolher as paradas mais fáceis.

Pode interromper o passeio para comer.

E sempre existem novas paisagens ao longo da estrada, o que evita passar horas em um único deslocamento monótono.

Com crianças pequenas, eu evitaria tentar visitar absolutamente tudo.

Escolha algumas prioridades.

Campanario.

Um mirante.

Uma área de bosque.

Talvez uma praia dependendo da estação.

Faça pausas.

Um roteiro familiar costuma ficar melhor quando deixa espaço para o inesperado.

Circuito Chico em Bariloche no inverno exige carro 4×4?

Não considere um 4×4 uma solução mágica.

O que realmente importa são as condições da estrada, os equipamentos exigidos ou recomendados e sua experiência dirigindo em ambiente de inverno.

A rota principal do circuito é asfaltada.

Mas as condições podem mudar com neve e gelo.

Antes de sair, consulte informações atualizadas.

Se você nunca dirigiu em condições de neve e não se sente seguro, uma excursão pode ser uma decisão muito mais tranquila.

O objetivo é aproveitar a paisagem.

Não transformar o passeio em uma situação de tensão.

Dá para combinar com Colonia Suiza?

Sim.

Existe acesso para Colonia Suiza a partir da região do Lago Moreno.

Essa combinação pode funcionar muito bem, especialmente para quem reservou o dia inteiro e está de carro.

Mas verifique o que pretende encontrar na Colonia Suiza.

A experiência pode variar conforme o dia e a época.

Se seu interesse é alguma atividade específica, feira ou gastronomia, confirme funcionamento antes.

Não acrescente quilômetros ao roteiro apenas para marcar mais um nome na lista.

Circuito Chico e Cerro Campanario no mesmo dia?

Sim.

Na verdade, essa é a combinação mais lógica.

O Cerro Campanario está diretamente ligado ao percurso do Circuito Chico em Bariloche.

Separar os dois em dias diferentes pode significar repetir parte considerável do deslocamento pela Avenida Bustillo.

A exceção seria algum roteiro específico em que você queira dedicar muito tempo ao Campanario ou tenha condições climáticas ruins no dia do circuito.

Em uma programação normal, faça os dois juntos.

Reserve aproximadamente uma ou duas horas para a experiência do cerro, dependendo da fila, forma de subida e tempo que pretende ficar no topo.

Circuito Chico ou Circuito Grande?

Apesar dos nomes parecidos, são passeios bastante diferentes.

O Circuito Chico possui aproximadamente 60 quilômetros e concentra atrações próximas de Bariloche.

O Circuito Grande é muito mais extenso.

Segundo o Turismo Oficial, ele possui aproximadamente 240 quilômetros e pode levar de nove a dez horas em excursão.

O roteiro passa por regiões como o Rio Limay, Valle Encantado, Villa Traful e Villa La Angostura.

Para uma primeira viagem curta, eu priorizaria o Circuito Chico.

Ele oferece uma introdução excelente à paisagem de Bariloche sem consumir um dia inteiro em deslocamentos longos.

Com mais tempo, o Circuito Grande pode entrar como experiência complementar.

Circuito Chico ou Rota dos 7 Lagos?

Também não são substitutos diretos.

A Rota dos 7 Lagos envolve outro percurso e normalmente conecta a região de Villa La Angostura a San Martín de los Andes.

É um passeio mais longo.

O Circuito Chico permanece muito mais próximo de Bariloche.

Se você tem apenas três ou quatro dias, não tentaria encaixar todas as grandes rotas panorâmicas.

Priorize qualidade.

Uma viagem em que você realmente conhece alguns lugares costuma ser mais interessante do que uma viagem inteira vista através da janela de um veículo.

Erros para evitar no Circuito Chico

Tentar fazer todas as paradas

Não existe prêmio por completar cada ponto do mapa.

Escolha o que combina com você.

Reservar pouco tempo por conta própria

Se alugou carro justamente para ter liberdade, não monte um cronograma mais apertado que uma excursão.

Ignorar o clima

Visibilidade e condições da estrada podem mudar o passeio.

Fazer Campanario em outro dia sem necessidade

Ele está no percurso.

Use isso a seu favor.

Parar o carro em qualquer lugar

Paisagem bonita não transforma acostamento em estacionamento.

Fazer trilha sem conferir as condições

Mesmo caminhadas curtas merecem planejamento.

Esquecer água e proteção solar

Isso vale inclusive em dias frios.

Confiar em preços e horários antigos

Consulte as informações atualizadas perto da viagem.

FAQ sobre Circuito Chico em Bariloche

Quantos quilômetros tem o Circuito Chico?

O percurso possui aproximadamente 60 quilômetros a partir do centro de Bariloche.

Quanto tempo demora o Circuito Chico?

Em excursão organizada, o Turismo Oficial estima aproximadamente 3 horas e meia a 4 horas. Por conta própria, pode facilmente ocupar boa parte ou todo o dia.

Dá para fazer o Circuito Chico sem agência?

Sim. É possível fazer de carro e também existem viajantes que percorrem a rota de bicicleta.

Precisa pagar para fazer o circuito?

A estrada em si é um percurso público, mas atrações e serviços utilizados durante o caminho podem ter custos próprios.

Cerro Campanario fica no Circuito Chico?

Sim. O Cerro Campanario é uma das principais atrações associadas ao percurso e fica aproximadamente 17 quilômetros do centro.

O Circuito Chico funciona no inverno?

Sim. O passeio pode ser realizado durante todo o ano, mas condições meteorológicas podem afetar estradas, atrações e atividades.

Dá para fazer Circuito Chico e Colonia Suiza juntos?

Sim. Existe um desvio na região do Lago Moreno que permite seguir para Colonia Suiza. A combinação funciona especialmente bem para quem está de carro e possui o dia disponível.

Qual é a principal parada do Circuito Chico?

Não existe uma única resposta, mas Cerro Campanario, região de Llao Llao, Bahía López e Punto Panorámico estão entre os destaques.

Como eu faria o Circuito Chico em Bariloche

Na primeira viagem, eu reservaria um dia inteiro para o Circuito Chico em Bariloche e faria por conta própria se estivesse confortável dirigindo.

Sairia pela manhã.

Seguiria pela Avenida Bustillo sem pressa.

Minha primeira grande parada seria o Cerro Campanario.

Subiria de aerosilla e ficaria algum tempo nos mirantes.

Depois continuaria em direção a Llao Llao.

Conheceria a região da Capela San Eduardo e Puerto Pañuelo.

Se o clima estivesse bom e eu quisesse caminhar, escolheria uma trilha adequada no Parque Municipal Llao Llao.

Seguiria para Villa Tacul ou Lago Escondido.

Depois faria Bahía López.

Pararia no Punto Panorámico.

E deixaria espaço para mudar o roteiro no meio do caminho.

Porque essa é justamente a vantagem de fazer o circuito sem pressa.

Talvez você encontre uma praia onde queira ficar.

Talvez o Campanario esteja espetacular e mereça uma hora extra.

Talvez descubra um restaurante no caminho.

Talvez simplesmente queira estacionar em um local permitido, desligar o celular por alguns minutos e olhar o lago.

O Circuito Chico em Bariloche não é um passeio que precisa ser vencido.

É um caminho para ser aproveitado.

E quando você entende isso, aqueles aproximadamente 60 quilômetros deixam de ser apenas uma volta pelos arredores da cidade.

Passam a ser uma das melhores maneiras de conhecer Bariloche.

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